quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Plastinação Vs. Taxidermia

 


PLASTINAÇÃO  Vs. TAXIDERMIA

Resultados ‘parecidos’, por  tal motivo muitos acham que são sinônimos.
A plastinação, é a retirada de água e lipídeos do corpo, aplicando polímeros sintéticos no local, fazendo com que não haja decomposição do material. Conseguindo então expor músculos, veias, cérebro e o sistema nervoso. Impedindo qualquer dano ao corpo, podendo ficar em qualquer ambiente.
Está técnica, tem sido muito utilizada para que possamos ver o interior do ser de forma totalmente real e precisa. Além do que, mantém a textura, coloração. O que é importante para análises e trabalhos.
Cientistas informam que é um trabalho um tanto quando trabalhoso e até mesmo demorado, para fazer uma plastinação no corpo humano são necessários de 8 a 12 meses de trabalho.
Já para plastinar uma baleia, o trabalho pode durar até 2 anos.
A taxidermia (conhecida antigamente como empalhamento), também uma técnica de preservação, porém totalmente diferente. Se na plastinação o foco é preservar o interior, aqui o foco é preservar a pele, tamanho e forma dos animais.
Utilizada para exposição, coleção cientifica, educação ambiental e material didático,  reconstituindo e mantendo as características físicas.
Consiste na retirada da pele do animal, que é removida  por um corte no dorso ou ventre do animal e depois de devidamente  tratada, irá revestir um manequim de poliuretano.
O esqueleto e a carcaça são utilizados para se fazer o molde idêntico de como era o animal.
Apesar de muitos países terem domínio sobre tal técnica, aqui no Brasil ela ainda é pouco conhecida. De modo que somente algumas instituições cadastradas junto ao Ibama podem, fazer utilização desta técnica.



Ajudando o panda, vestido de panda.

Pesquisadores vestidos com fantasias de panda aguardam o urso Taotao entrar na gaiola para a transferência. Foto: Reuters



Pesquisadores, utilizaram uma nova técnica,  para ajudar os pandas. 
Os animais foram retirados de seu habitat, para uma série de exames e acompanhamentos.
Por qual razão, estariam fantasiados então?
Se fantasiaram, para que não houvesse a intervenção humana , além do animal não se sentir ameaçado, não irá se acostumar com a ajuda de nós, humanos.


Não foi preciso apenas a fantasia, os pesquisadores estavam SUJOS de xixi de panda, para que o cheiro fosse parecido entre eles.




Bactéria pode acabar com estrelas-do-mar devoradoras de corais.

Segundo estudo, a Grande Barreira de Corais da Austrália perdeu mais da metade de seus corais nos últimos 27 anos. Foto: AFP




Cientistas australianos anunciaram nesta segunda-feira ter identificado uma bactéria capaz de erradicar estrelas-do-mar devoradoras de corais, embora ainda desconheçam se o microorganismo é nocivo para outras espécies marinhas. A descoberta pode ser importante na luta contra a perda de arrecifes coralinos devido a tempestades, ao avanço das estrelas-do-mar e ao aquecimento global.
Segundo um estudo publicado na semana passada por cientistas australianos, a Grande Barreira de Corais da Austrália perdeu mais da metade de seus corais nos últimos 27 anos. A Acanthaster púrpura, espécie de estrela-do-mar invasiva também conhecida como "coroa de espinhos" é responsável por 42% dos danos.
Os cientistas do Centro de Excelência para os Estudos sobre os Arrecifes Coralinos da Universidade James Cook, em Queensland, desenvolveram um cultivo que infecta a estrela-do-mar com uma bactéria capaz de matá-la em 24 horas. Resta demonstrar que o método é seletivo e não representa ameaça às demais espécies marinhas.
"Quando desenvolvemos um método de controle biológico, é preciso zelar para que tenha como alvo apenas as espécies referidas e garantir que não prejudique outras espécies em seu entorno", explicou o professor Morgan Pratchett.
"Este composto parece muito promissor neste ponto, embora ainda seja preciso fazer muitos testes em aquário antes de realizar experiências no mar", afirmou.
Nos pontos turísticos da Austrália, mergulhadores controlam a proliferação das estrelas-do-mar injetando-lhes veneno uma por uma. A bactéria permitiria destruir até 500 indivíduos com uma única injeção.
O Oceano Pacífico sofre atualmente uma invasão de Acanthaster púrpura, que afeta o território americano de Guam, a Polinésia francesa e Papua Nova Guiné, e se estende até o Oceano Índico.


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Apenas um punhado de milho..



Se alguém te der um punhado de milho, o que faria?
Obviamente você, acharia um pouco que, estranho. Mas já que ganhou.. e seria feio jogar fora.. o que faria?
Minha mãe me deu este exemplo.. e me fez pensar.. 
Bom, eu tenho o milho.. o que fazer então?

Poderia fazer uma pipoca, lembrando que, tenho apenas um punhado.. portanto não seria muita pipoca.. apenas uma quantidade razoável.
Comeria e pronto. FIM.

Ou então, poderia aproveitar o tal punhado, e cultivar.. 
Seria um processo um tanto que demorado, comparado com a pipoca, afinal o ciclo de cultivo do milho varia entre 115 e 135 dias.

Mas apesar da demora, saberemos que cuidando do modo ideal, teremos um bom resultado, e bem maior do que tínhamos no inicio. 
O resultado será satisfatório, e aí então.. Se por acaso ainda quiséssemos, podemos, agora, fazer uma infinidade de pipocas.

Precisamos saber o que fazer, quando alguém nos dá um punhado de milho.. 
Pode ser estranho no momento.. Mas se analisarmos e agirmos da forma correta, e não somente por impulso, poderemos desfrutar, bem mais.. do que a principio faríamos.







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